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Segundo o jovem, as blitz têm como objetivo central arrecadar dinheiro, atingindo principalmente quem depende de carro ou motocicleta para trabalhar. Para ele, o governo utiliza o trânsito como fonte fácil de receita para cobrir rombos financeiros causados por empréstimos irresponsáveis, transferindo o custo da má gestão diretamente para a população.
A crítica se intensifica diante do cenário da segurança pública. Enquanto agentes e viaturas são mobilizados para multar cidadãos, a Bahia segue figurando entre os estados mais violentos do país. Dados nacionais baseados em levantamentos de 2022 colocam municípios do interior baiano entre os mais perigosos do Brasil, expondo a incapacidade do governo em enfrentar o crime onde realmente importa.
Antônio Eduardo aponta uma inversão total de prioridades: rigor máximo contra o trabalhador comum e fragilidade absoluta diante da criminalidade crescente. Para ele, falta policiamento ostensivo, falta inteligência policial e falta comando estratégico, enquanto sobram ações arrecadatórias disfarçadas de fiscalização.
O impacto dessas blitz é ainda mais pesado quando se observa a realidade social da Bahia. Dados do IBGE mostram que uma parcela expressiva dos trabalhadores baianos depende de transporte individual, especialmente motos, para chegar ao trabalho. Ao intensificar multas e apreensões, o governo aprofunda dificuldades econômicas e aumenta a revolta popular.
Ao final, Antônio Eduardo afirma que o governador demonstra incapacidade de governar, falhando em suas atribuições básicas e optando por medidas que penalizam o cidadão honesto, enquanto a violência e o abandono avançam pelo interior do estado.

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Um comentário:
As blitze são feitas para verificar se o condutor e o veículo estão com a documentação em ordem, o veículo está em boa condição de uso,e verificado também se condutor não está trafegando sob efeito de bebida alcoólica.estando tudo em ordem condutor e veículo são liberados. e dever do Estado fiscalizar e manter a segurança viária.
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