quinta-feira, 2 de abril de 2026
Hemoba divulga horários de atendimento e reforça importância da doação e sangue na Páscoa
PREFEITO ZENILDO BRANDÃO RENÚNCIA MANDATO EM JEQUIÉ
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O prefeito de Jequié, Zenildo Brandão, renunciou ao mandato na manhã desta quinta-feira, 02.04.2026 surpreendendo a população. Ele teve 92% dos votos válidos da última eleição, Brandão deixa o cargo para se aventurar como pré-candidato na vice-governadoria do estado. A população questiona a decisão, já que a cidade precisa de mais investimentos e realizações.
Na renúncia de Brandão assume o vice-prefeito Flavinho, seu sobrinho e vice-prefeito. A população aguarda com expectativa o futuro governo de Flavinho, enquanto o cenário político de Jequié se reconfigura. É um momento histórico para o município, que precisa de respostas e ações para atender às necessidades da população.
quarta-feira, 1 de abril de 2026
Jequié: Vereador declara voto ao PT
O vereador André do Sintracal (Solidariedade) expressou seu apoio ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) durante pronunciamento na Câmara de Vereadores de Jequié. Segundo André, os avanços nas políticas públicas do governo Lula são evidentes, com destaque para o desempenho da economia e a geração de empregos. O vereador ressaltou a importância do trabalho do governador Jerônimo Rodrigues e do presidente Lula, enfatizando os benefícios para a população.
André do Sintracal deixou claro que seu apoio ao governador não significa afastamento do atual prefeito de Jequié, Flavinho, a partir desta quinta-feira. Mesmo sabendo que Flavinho será adversário político do PT, apoiando seu tio e pré-candidato a vice-governador ao governo do estado, o vereador não descarta manter o apoio a gestão municipal.
segunda-feira, 30 de março de 2026
Bahia teve campos de concentração durante a segunda guerra mundial
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| Não era Auschwitz… mas também não era liberdade |
Por Josalto Alves (*)
Ao lembrar os horrores da segunda guerra mundial, (1939-1945), conflito que ceifou as vidas de 85 milhões de pessoas (3% da população mundial na época), lamentamos as mortes de 6 milhões de judeus assassinados nos campos de contração nazista. Mas há fatos históricos ignorados pela maioria dos brasileiros e baianos.
A Bahia também teve campos de concentração!
Importa esclarecer que não eram campos de extermínio como os nazistas. Eram campos de confinamento criados pelo governo de Getúlio Vargas para isolar alemães, italianos e japoneses, considerados inimigos. Eles sofreram restrição de liberdade, internamento compulsório, vigilância estatal e suspensão de direitos civis.
Registros históricos apontam que esses confinamentos ocorreram nas cidades de Caetité, Andaraí, Mucugê, Seabra e Maracás, sendo este o caso mais documentado.
O objetivo era controle político e segurança durante a guerra, sob a vigilância do famigerado Departamento de Ordem Política e Social (DOPS).
No governo de Getúlio Vargas o Brasil adotou política autoritária com controle social. Com a entrada do País na Segunda Guerra Mundial, em 1942, após ataques de submarinos alemães a navios brasileiros no litoral nordestino, o governo intensificou a vigilância interna.
Alemães, italianos e japoneses, passaram a ser vistos como ameaças à segurança nacional e sofreram restrição de liberdade.
Em 1943 centenas de alemães foram levados para os campos de concentração, oriundos de Salvador e do litoral. Eram transportados de madrugada, sob escolta, e tratados como inimigos.
Eram imigrantes alemães e descendentes. Alguns poucos realmente simpatizantes nazistas, mas a maioria era civis comuns.
Nesse cenário, cerca de 200 alemães foram enviados para Maracás, em 1943. Muitos deles já residiam no Brasil há anos, com famílias constituídas e integradas à sociedade brasileira.
Diferente da ideia clássica de campos de concentração, os estrangeiros não foram confinados em instalações cercadas ou isoladas fisicamente. Eles passaram a viver na própria cidade, distribuídos entre a zona urbana e áreas rurais, como a localidade conhecida como Boca do Mato.
Mas não podiam deixar a cidade sem autorização, eram obrigados a se apresentar regularmente às autoridades, enfrentavam limitações no acesso à informação, incluindo restrições ao uso de rádios, e podiam ser alvo de suspeitas ao falar sua língua de origem ou manter costumes culturais.
Mesmo assim, eles não estavam totalmente impedidos de trabalhar. Muitos contribuíram para o desenvolvimento de Maracás atuando no comércio, agricultura e serviços.
Relatos indicam que introduziram técnicas agrícolas e cultivos que influenciaram a economia da região, como o plantio de hortaliças, e participaram da construção de estruturas importantes, como escola e igreja.
A relação com a população local variou ao longo do tempo. Inicialmente marcada por desconfiança, evoluiu para convivência e até solidariedade.
Este artigo visa despertar o interesse pelo resgate dessa história, literalmente apagada da memória coletiva, não só para compreender o passado, mas também para refletir sobre o presente, especialmente em tempos em que o medo e a insegurança voltam a “justificar” medidas excepcionais.
(*) Josalto Alves
Governador Jerônimo Rodrigues leva pacote de obras e convênios a mais de 300 municípios e atende base do deputado Patrick Lopes
O governador Jerônimo Rodrigues anunciou e autorizou um pacote de entregas, convênios e obras para mais de 300 municípios da Bahia, em agenda institucional que contou com a presença do ministro da Casa Civil, Rui Costa, e reforçou a parceria com o presidente Lula para ampliar investimentos no estado.
Entre os municípios representados pelo deputado estadual Patrick Lopes contemplados no pacote estão Barra do Rocha, Brejões, Ipiaú, Itagi, Jitaúna, Maracás, Marcionílio Souza, Mucugê, Nova Itarana, Planaltino, Teolândia, Ubatã e Valença, com ações voltadas a áreas como saúde, educação, infraestrutura, esporte e assistência social.
Patrick destacou o trabalho em conjunto com os prefeitos e a articulação com Jerônimo e Rui para garantir que as demandas dos municípios se transformem em resultados para a população.
Gutinha defende revitalização total da Praça Esportiva Waldomiro Borges Souza (Cururu)
Gutinha solicita ainda a substituição da iluminação atual por iluminação LED em toda a área, garantindo maior segurança e funcionalidade, além da reforma dos quiosques, vestiários e da sede da Associação de Moradores, adequando-os para melhor atender os esportistas e a comunidade em geral.
"A revitalização da Praça Esportiva Waldomiro Borges Souza visa atender a uma antiga demanda da comunidade local, que utiliza o espaço como ponto de lazer, convivência e prática esportiva", justifica Gutinha.
A Lotérica de Apuarema voltou a ser alvo da criminalidade e foi assaltada pela sexta vez
O mais recente episódio ocorreu na madrugada da última quarta-feira (23/03), por volta das 3h.
De acordo com informações apuradas, criminosos teriam desligado câmeras de vigilância de estabelecimentos vizinhos, numa tentativa de evitar a identificação. A Polícia Civil esteve no local, realizou a perícia técnica e informou que as investigações seguem em andamento.
Até o momento, nenhuma imagem das 48 câmeras de vigilância instaladas no município foi divulgada. Além disso, órgãos públicos de segurança, como a Guarda Municipal, a central de monitoramento e a gestão municipal ainda não se manifestaram oficialmente sobre o caso, o que tem gerado questionamentos na população.
Apesar da existência de estrutura como 48 câmeras de monitoramento e uma viatura destinada à Guarda Municipal, a sensação entre moradores e comerciantes é de insegurança e ausência de ações efetivas no enfrentamento à criminalidade.
Outro impacto direto do ocorrido é a interrupção dos serviços da lotérica, que atende centenas de beneficiários de programas sociais e a população em geral, especialmente em operações ligadas à Caixa Econômica Federal.
Diante de mais um episódio, a população cobra respostas e providências das autoridades competentes, sobretudo quanto à efetividade das políticas de segurança pública no município.

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