sexta-feira, 31 de julho de 2026
Homenagem aos 30 anos dos Agentes Comunitários de Saúde em Jequié
O resgate histórico e a relevância da profissão foram abordados por representantes sindicais, lideranças da categoria e profissionais do setor, que compartilharam memórias sobre o fortalecimento da assistência básica ao longo dos anos. Diversos oradores enfatizaram como a atuação dessa classe transformou a relação entre os moradores e o setor público, servindo como uma ponte fundamental para a promoção da qualidade de vida no município.
Durante o evento, parlamentares presentes ressaltaram que os agentes de saúde desempenham um papel indispensável no acompanhamento das famílias e na prevenção de doenças no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A homenagem consagrou trinta anos de dedicação contínua, reforçando a gratidão da cidade a esses trabalhadores que garantem a aproximação e a eficiência do atendimento preventivo em todas as regiões de Jequié.
Homem em situação de rua conhecido como “Pai” é encontrado morto no centro de Jequié
De acordo com as informações registradas pela Polícia Militar, uma guarnição foi acionada pelo Centro Integrado de Comunicações (CICOM) por volta das 12h30, após populares relatarem a presença de um homem caído em via pública, aparentemente inconsciente.
Ao chegar ao local, a equipe policial encontrou uma socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que confirmou o óbito da vítima.
A vítima não portava documentos de identificação civil no momento em que foi encontrada, mas era popularmente conhecida na região pelo apelido de “Pai”.
As causas da morte ainda não foram esclarecidas. O corpo foi removido pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Jequié, onde passará por exames periciais que determinarão a causa do falecimento. O caso será acompanhado pela Polícia Civil.
quinta-feira, 30 de julho de 2026
FEDERALIZAÇÃO DO ANEL VIÁRIO DE JEQUIÉ TRANSFERE GESTÃO PARA PRF E DNIT
O Anel Viário de Jequié foi oficialmente integrado à BR-330, passando sua administração para a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Com 12,9 quilômetros de extensão, o trecho é uma artéria estratégica na conexão entre as rodovias BR-330 e BR-116, facilitando o trânsito de veículos de passeio, otimizando o transporte de cargas e retirando o fluxo de veículos pesados de dentro da área urbana do município.
Mesmo com a transição administrativa, os serviços de reconstrução da pavimentação seguem em ritmo acelerado, tendo sido concluída a remoção do asfalto antigo nos trechos pendentes para dar lugar à nova pista. O objetivo das intervenções é garantir maior segurança, conforto e durabilidade aos usuários. A partir dessa mudança, a PRF assume o patrulhamento e a fiscalização do trânsito, enquanto o DNIT fica encarregado da manutenção, conservação e futuras obras na via.
quarta-feira, 29 de julho de 2026
Operação conjunta apreende fuzil de alto calibre após confronto em Jequié
Apesar da fuga do grupo, os policiais realizaram varreduras no perímetro e localizaram a arma de fogo de grosso calibre, equipada com um carregador e 29 munições intactas. O armamento apreendido foi prontamente encaminhado e apresentado na Delegacia Territorial de Jequié, onde a ocorrência foi formalizada. A Polícia Civil assumiu o caso e manterá as investigações em andamento para identificar, localizar e prender os integrantes da facção criminosa envolvidos na ação.
terça-feira, 28 de julho de 2026
Loteamento Amaralina Recebe Novo Piso em Concreto, mas Ausência de Drenagem Volta a Ligar Sinal de Alerta
A intervenção atual chega para substituir a antiga camada de asfalto, aplicada no início da primeira gestão do ex-prefeito Zé Cocá. Como a comunidade bem se recorda, aquele pavimento durou pouco tempo devido à falta de tratamento prévio do solo e de um sistema de drenagem adequado — vestígios do piso antigo e degradado ainda podem ser vistos nas partes mais altas do bairro.
Nesta nova etapa, a gestão municipal está aplicando concreto usinado, espalhado com 7 centímetros de espessura sobre uma base de lona plástica e malha de ferro, atingindo 8 centímetros no total.
Sinal de Alerta
Apesar do avanço, a equipe do BZM fez uma observação importante no local: na Rua 6, por exemplo, ainda há trechos do meio-fio da pavimentação anterior. No entanto, o trabalho na via tem se limitado ao nivelamento com a patrol, sem o devido tratamento do solo e sem obras prévias de drenagem.
A equipe do BZM segue acompanhando o ritmo, a estrutura e a qualidade das intervenções pela cidade.
Interdição total na BR-116: Caminhão pega fogo no km 570, em Brejões
Diante do transtorno, a PRF recomenda que os condutores evitem o trecho afetado e acompanhem boletins atualizados sobre as condições da rodovia antes de partirem, sobretudo quem vem da capital baiana. Para aqueles que já se encontram na estrada, a orientação é manter a calma, respeitar rigorosamente a sinalização e as ordens dos agentes e evitar manobras perigosas, como ultrapassagens e retornos em locais proibidos.
O Resgate das Origens: O Retorno de Dih Morais às Raízes em Jequié
Há caminhos que a gente percorre pelo mundo para buscar o futuro, mas existem regresso que servem para reancorar a alma. O retorno do estilista Dih Morais a Jequié, sua terra natal no interior da Bahia, foi muito mais do que um reencontro afetivo com o lugar onde suas primeiras memórias foram desenhadas: foi um mergulho profundo no resgate de sua própria essência e na força da ancestralidade.
Ao pisar novamente em solo jequieense, o estilista vivenciou um momento divisor de águas ao visitar a escola quilombola localizada no Barro Preto — o único quilombo urbano da cidade. Entre olhares curiosos de estudantes e conversas calorosas com educadores, Dih encontrou uma comunidade que pulsar resistência, memória e preservação da cultura afro-brasileira. Aquela realidade não apenas o abraçou, mas ressignificou a forma como ele enxerga o seu próprio fazer criativo.
"Estar em uma escola quilombola foi um daqueles momentos que transformam a forma como a gente enxerga o próprio trabalho. Ali eu encontrei muito mais do que uma visita: encontrei memória, resistência, conhecimento e um sentimento profundo de pertencimento. Voltei a entender que a moda também pode ser um instrumento para preservar histórias, valorizar identidades e dar visibilidade a quem durante muito tempo esteve à margem", reflete Dih Morais.
Moda, Ancestralidade e Educação
Para o filho que volta à sua terra carregando na bagagem a vivência do mundo da moda, o contato com o território do Barro Preto reafirmou que a verdadeira inovação não está apenas nas passarelas do futuro, mas fincada nas raízes do passado. A experiência reforçou a convicção de que a moda precisa atuar como uma ponte viva entre educação, pertencimento e representatividade.
Ao ouvir de perto as narrativas da comunidade, Dih percebeu que a força criativa das novas gerações quilombolas é um combustível poderoso para construir uma indústria mais justa, autêntica e conectada com as verdadeiras histórias do Brasil.
"Quando a gente escuta essas histórias de perto, entende que inovação também nasce da ancestralidade. Voltei de Jequié inspirado pela força daquela comunidade e com a certeza de que precisamos criar mais pontes entre cultura, educação e moda. Dar visibilidade a essas experiências é uma forma de reconhecer a potência que existe nesses territórios e incentivar que mais pessoas conheçam essa realidade", conclui.
O regresso a Jequié fecha um ciclo e abre muitos outros. Dih Morais parte novamente, mas leva consigo a certeza de que, não importa o quão longe a arte o leve, a potência da sua terra e a voz da sua ancestralidade sempre serão o seu maior norte.

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