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| e desabafa sobre desafios: “pago um alto preço político.“ |
O coordenador destacou que manter a Marcha exige uma dose constante de coragem para ocupar o espaço público e enfrentar ataques, revelando que tem pago um alto preço político por sua postura firme. Em sua fala, Anderson ressaltou que a luta vai além do ativismo institucional; trata-se de uma questão de existência para ele e para tantos outros que sofrem com a violência e o preconceito diários. "Eu não só carrego essa bandeira, como também faço parte dela", afirmou, reforçando que, apesar das dificuldades e das "feridas" acumuladas na trajetória, o movimento não irá recuar e a edição comemorativa de cinco anos promete ser histórica.

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