No sistema de triagem médica, como o Protocolo de Manchester, as cores verde e azul são fundamentais para organizar o fluxo de atendimento, priorizando casos conforme a gravidade. A cor verde indica pacientes "pouco urgentes", como aqueles com quadros de gripe, dores leves ou febre baixa, que podem aguardar até 120 minutos ou ser encaminhados para uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Já a cor azul representa casos "não urgentes", como trocas de receitas, pequenos ferimentos ou exames de rotina. Nestas situações de mínima urgência, o tempo de espera pode chegar a 240 ou 360 minutos, sendo o atendimento idealmente realizado em postos de saúde da família (ESF) para não sobrecarregar as emergências.
Essa classificação de risco é essencial para garantir a segurança do paciente, assegurando que casos críticos (vermelho, laranja e amarelo) recebam assistência imediata. Ao direcionar situações de baixa complexidade para a atenção básica, o sistema promove uma organização mais eficiente das unidades de pronto-socorro, otimizando recursos e agilizando o socorro a quem corre risco de morte. Assim, a compreensão dessas cores ajuda a população a buscar o local de atendimento mais adequado, melhorando a fluidez e a qualidade do serviço público de saúde.

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