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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Jequié não tem problemas com transporte coletivo em õnibus

Moto-taxis  funcionou como regulador no transporte de massa em Jequié
Jequié é uma cidade que não tem problemas com transporte coletivo de ônibus, a frota é quase toda de micro-ônibus, não tem superlotação, raramente se ouvi alguém reclamar dos preços das passagens, não tem veículos sucateado, a empresa responsável pelo serviço tem uma frota conservada, os motorista não causam imprudências no transito, como ocorre em outros centros urbanos a exemplo de Vitória da Conquista. Até ai tudo bem, o que temos é um serviço competidor, “Moto-taxi”, para alguns um problema, por não ser regulamentado, para outros uma solução para equilibrar a opção de transporte de massa, apesar que a cidade de Jequié, o maior percurso que um ônibus coletivo faz em trecho urbano é de aproximadamente cinco quilômetros, ou seja uma viagem para o bairro do KM IV. A vantagem do moto-taxi: deixar o cliente no lugar de destino sem ter que ficar esperando em pontos.


O transporte de moto-taxi chegou a Jequié em meados de 1994, a empresa que prestava serviço coletivo era a Tiradente, na época tinha reclamação constante em rádios e jornais, que depois da concorrência das moto-taxi teve grandes problemas e foi a falência, os seus veículos eram todos ônibus com capacidade para mais de 40 passageiros, o proprietário ainda tentou se adaptar colocando micro-ônibus mais o numero de passageiro a cada dia era menor. A implantação do serviço de moto-taxi teve como pioneiro a família Piropó, que tem uma locadora de veiculo, e com uma idéia surgida em Salvador de um proprietário de taxi que quis oferecer uma opção inovadora, “moto com taxímetro”, que fazia linha na orla e posteriormente donos de motos da cidade de Santo Antonio de Jesus absorveu a novidade. Na cidade de Vitória da Conquista os sindicatos dos taxista e do transporte coletivo não permitiram na época a entrada do moto-taxi, fazendo perseguições e desarticulando o movimento.

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