sábado, 4 de julho de 2026

HOMEM É ASSASSINADO DENTRO DE CASA NO BAIRRO JOAQUIM ROMÃO, EM JEQUIÉ


Vitor Ramos foi morto a tiros no final da tarde deste sábado, 05/07, dentro da própria residência, na Rua Torinho Bispo, no bairro Joaquim Romão, em Jequié.

De acordo com informações, um homem armado invadiu a casa e efetuou diversos disparos contra a vítima, que morreu no local.

Equipes da Polícia Militar, SAMU e Departamento de Polícia Técnica estiveram no local. O óbito foi constatado.

O caso será investigado pela Polícia Civil, que vai apurar autoria e motivação do crime.

Com esse novo homicídio, Jequié volta a registrar mais um episódio de violência. Marcando o início do segundo semestre de 2026. São 32 homicídios de janeiro para cá. 

sexta-feira, 3 de julho de 2026

"Ensaio para o Sucesso": espetáculo gratuito apresentado na UESB, em Jequié, debate saúde mental e os desafios da sociedade contemporânea

Até onde vai a busca pelo sucesso? O excesso de cobranças, a influência das redes sociais e o desgaste emocional da vida contemporânea são temas que ganham espaço no espetáculo "Ensaio para o Sucesso", apresentado gratuitamente nos dias 9 e 10 de julho, no Auditório Waly Salomão, da UESB.

Produzido pelos estudantes dos cursos de Licenciatura em Teatro e Dança da UESB, sob direção da professora Maria de Souza, a montagem foi inspirada no livro Sociedade do Cansaço, do filósofo Byung-Chul Han, e utiliza humor e linguagem contemporânea para provocar reflexões sobre saúde mental, autoexigência e as relações humanas.

Com classificação livre e duração de aproximadamente 40 minutos, o espetáculo é voltado para toda a comunidade, especialmente jovens, educadores, artistas e profissionais que atuam com saúde mental e projetos sociais.


DEPUTADO PATRICK LOPES DESTACA SAÚDE E OBRAS EM ENTREVISTA À 95 FM


O deputado estadual Patrick Lopes participou nesta quinta, 03/07, do programa Conexão na 95 FM, com Eder Ramos. 

Ele destacou investimentos na saúde pública, com foco no Hospital Geral Prado Valadares, e obras conquistadas para Jequié, microrregião, Médio Rio das Contas e Vale do Jequiriçá, por meio do Governo do Estado.

Patrick também convidou a população para os São Pedros de Jitaúna e Itagi e alertou para a importância de escolher bem os candidatos em 2026.

Toque Dez na abertura do São Pedro de Jitaúna, hoje 03/07

Considerado o maior São Pedro da região, o tradicional São Pedro da Rainha, em Jitaúna, já está com sua programação diária totalmente definida. A Prefeitura Municipal, por meio da Diretoria de Cultura, divulgou o line-up oficial dos três dias de festa, que acontece de 03 a 05 de julho, na Praça da Feira.

O evento deste ano promete ser o mais grandioso de todas as edições, garante o prefeito Marcelo Pecorelli. Ao todo, serão mais de 40 horas de música, com uma média de 10 horas de programação por noite — iniciando às 20h e seguindo até as 6h30 da manhã.

A grade reúne 19 apresentações mesclando grandes fenômenos do cenário musical nacional e talentos locais e regionais. Além de celebrar a identidade cultural do Sudoeste da Bahia, o São Pedro de Jitaúna movimenta intensamente o comércio local, gera empregos temporários e atrai milhares de visitantes. Segundo a organização, uma grande estrutura está sendo montada para garantir conforto, serviços de saúde e segurança reforçada para o público.

📅 Programação Completa do São Pedro de Jitaúna 2026
Sexta-feira (03/07)

20:30 – Marcelo Rodrigues
22:30 – Devinho Novaes
23:50 – Forró Saborear
01:30 – Toque Dez
03:00 – Rasta Chinela

Sábado (04/07)

20:30 – Fulana de Tal
22:30 – Adelmário Coelho
23:50 – Igor Kannário
01:30 – Léo Fera
03:10 – Zé Vaqueiro
04:50 – Netinho do Forró
06:30 – Kiko Cigano

Domingo (05/07)

16:30 – Sambão d`Elite
17:30 – Amanda Rocha
19:10 – Página Virada
20:50 – Eduardo Costa
22:30 – Tayrone
00:40 – Henry Freitas
02:20 – Cupim de Ferro


quinta-feira, 2 de julho de 2026

Governador participa da abertura e segue no cortejo do Dois de Julho em Salvador


Ao som das filarmônicas, entre o colorido das bandeiras, dos tradicionais carros do Caboclo e da Cabocla e das centenas de pessoas que tomaram conta das ruas de Salvador, o governador Jerônimo Rodrigues participou, na manhã desta quinta-feira (2), do início do cortejo cívico do Dois de Julho. A programação marcou mais um momento das celebrações pelos 203 anos da Independência do Brasil na Bahia, reunindo uma multidão entre a Lapinha e o Centro Histórico.

Para o governador, o Dois de Julho representa um patrimônio da memória e da identidade do povo baiano. "O Dois de Julho é uma marca simbólica muito forte. A nossa escolha por lembrar o Dois de Julho é a escolha por aqueles que trabalharam e lutaram pela Independência. Olhe o exemplo de Maria Felipa, uma mulher do povo, que deu a sua contribuição. É uma data para que as escolas discutam essa história, para que a marcha dos estudantes aconteça e para que as pessoas enfeitem suas janelas e portas, sem perder de vista a nossa história", afirmou.

Após a abertura, que incluiu o hasteamento das bandeiras no Largo da Lapinha, o governador seguiu no cortejo ao lado de autoridades e da população. O desfile foi embalado por fanfarras e filarmônicas tradicionais, como a Banda de Música da Marinha, além de grupos escolares e culturais que se apresentam ao longo do percurso.

Durante todo o trajeto, o clima foi de celebração. Famílias inteiras, incluindo crianças e idosos, se uniram a milhares de baianos e turistas para acompanhar o cortejo, acenando para a passagem dos carros do Caboclo e da Cabocla e celebrando uma das datas mais importantes da história da Bahia. O chefe do executivo baiano cumprimentou o público e acompanhou diferentes momentos da caminhada em meio às manifestações de civismo e orgulho do povo baiano.

Entre o público, o aposentado Edberto Correia participou pela primeira vez do cortejo ao lado da esposa, Carmem Correia. Para ele, estar nas ruas celebrando o Dois de Julho representa a oportunidade de vivenciar de perto um capítulo importante da história baiana. "Essa data, para mim, é muito importante pelo conhecimento que tenho da história da Bahia. Nunca tinha conseguido participar antes e hoje estou vindo pela primeira vez ao cortejo. Está sendo muito gratificante viver esse momento", afirmou. Carmem também contou que ficou emocionada com a experiência. "Hoje ele me trouxe para fazer essa caminhada e eu fiquei surpresa com tudo isso que estou vendo aqui", disse.


Repórter: Leo Moreira/GOVBA

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Governo da Bahia realiza o maior investimento do país em ações de combate à fome

São R$ 5 bilhões em investimento no Bahia Sem Fome, política pública criada para
 assegurar o direito à alimentação adequada no estado

Há pouco mais de três anos, a Bahia decidiu enfrentar a fome por um caminho diferente. Em vez de concentrar esforços apenas na distribuição de alimentos, o Estado passou a integrar políticas de segurança alimentar, assistência social, agricultura familiar, acesso à água, alimentação escolar, pesquisa científica e fortalecimento dos municípios em uma estratégia permanente de combate à fome. O resultado desse modelo aparece agora no balanço do Bahia Sem Fome (BSF), programa do Governo da Bahia que reúne ações de diversas secretarias e órgãos estaduais: são 505 cozinhas comunitárias em funcionamento, mais de 19,3 milhões de refeições servidas, 370 mil famílias alcançadas pela distribuição de alimentos e iniciativas presentes em todos os 27 Territórios de Identidade do estado.

A experiência baiana ajudou a inspirar a criação do Plano Brasil Sem Fome, política nacional lançada pelo governo federal para enfrentar a insegurança alimentar, segundo o governador Jerônimo Rodrigues. "Quando estruturamos o Bahia Sem Fome, mostramos que era possível transformar o combate à fome em uma política de Estado, envolvendo diversas áreas do governo e a sociedade civil. Essa experiência inspirou o presidente Lula a criar o Brasil Sem Fome. Combater a fome é garantir comida na mesa, mas também é cuidar da produção, da água, da renda, da educação, da saúde e da dignidade das pessoas."

A principal vitrine dessa política pública é a Rede de Equipamentos Integrados para o Combate à Fome. Atualmente, o estado conta com 505 cozinhas comunitárias fortalecidas pelo programa, das quais 333 funcionam em parceria com Organizações da Sociedade Civil (OSCs) e outras 172 são executadas em conjunto com prefeituras municipais. A rede atende cerca de 101 mil pessoas e vem fornecendo 19.364.800 refeições, resultado de um investimento de R$ 145 milhões. 

Mas o Bahia Sem Fome foi estruturado para ir além do atendimento imediato às famílias em situação de insegurança alimentar. Ao longo desses três anos, o programa passou a articular iniciativas voltadas à produção de alimentos, acesso à água, fortalecimento da agricultura familiar, alimentação escolar, pesquisa científica e integração das políticas públicas de segurança alimentar, conforme explica o coordenador-geral de Ações Estratégicas de Combate à Fome do Governo da Bahia, Tiago Costa. Segundo o gestor, o BSF é o maior programa estadual de combate à fome do país. 

"O Bahia Sem Fome é o maior programa estadual de combate à fome e que teve maior investimento (R$ 5 bilhões), alcançando mais pessoas fora do alcance das políticas públicas. Entendemos que combater a fome vai muito além da entrega de alimentos. É construir uma rede permanente de assistência alimentar, proteção social e produção de alimentos, apoiando cozinhas comunitárias, fortalecendo a agricultura familiar, ampliando o acesso à água, promovendo ciência, integrando os sistemas públicos e fortalecendo os municípios. Essa é uma política pública estruturante, que atua tanto na emergência quanto em ações estruturantes, atacando na raiz as causas da insegurança alimentar fruto da pobreza estrutural e das desigualdades sociais.”

terça-feira, 30 de junho de 2026

(Por Tiago Henrique) Viralatismo de cátedra: quando parte da imprensa brasileira desacredita o Brasil e superestima os outros




Jornalista
e ex-assessor de Comunicação da Associação Desportiva Jequié (ADJ)
Existe um comportamento recorrente em parte da imprensa esportiva brasileira que merece reflexão! Não se trata da crítica, ela é necessária, saudável e faz parte da essência do futebol. O problema está na forma desigual como essa crítica é aplicada. Quando o assunto é a Seleção Brasileira, qualquer dificuldade é tratada como prova definitiva de decadência. Quando se trata de grandes seleções estrangeiras, sobretudo europeias, os mesmos tropeços costumam ser relativizados, tratados como meros acidentes de percurso.

É esse fenômeno que chamo de viralatismo de cátedra: uma postura que, revestida de aparente racionalidade e sofisticação analítica, supervaloriza tudo o que vem de fora e minimiza sistematicamente o potencial do futebol brasileiro